Posts com Tag ‘Stefan Feld’

Olá!

Imagem por W Eric Martin

O básico das regras:

Em Castles of Burgundy cada jogador representa um nobre buscando expandir sua influência em seu território com a construção de colônias, castelos, criando gado, minerando, exportando mercadorias e adquirindo conhecimentos que os viajantes trazem. (mais…)

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Strasbourg – resenha

Publicado: 6 de abril de 2017 por Tiago Perretto em Resenha
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Olá!

Imagem por maeddes

O básico das regras:

Na cidade de Estrasburgo pessoas influentes disputam para obter o maior prestígio, seja através do domínio de certas guildas, seja ao agradar ao Rei ou ao Bispo. Quem, ao final, será o cidadão mais destacado de Estrasburgo? (mais…)

Olá, pessoas!

Aviso que as impressões abaixo, como dito, são as primeiras, com base em uma partida, em 4 pessoas.

Bora Bora é um jogo que passa uma sensação similar àquela encontrada no The Castles of Burgundy – quase tudo que é feito gera pontos, e o objetivo é encontrar os melhores caminhos para pontuar (e não só pontuar em si, pois, como dito, quase tudo fará isto). Há muito para ser feito: construir, adquirir trabalhadores (homens e mulheres), colocar sacerdotes no templo, conseguir materiais (pedra, madeira e areia), mover, comprar joalherias, ativar trabalhadores, usar cartas (pagando oferendas) ou peças de deuses, as quais curvam as regras normais permitindo ações que normalmente não seriam possíveis, completar tarefas, acumular conchas (dinheiro), avançar na ordem de turno (por posição e, claro, por pontos) e algumas outras possibilidades. (mais…)

Olá!

Aviso que as impressões abaixo, como dito, são as primeiras, com base em duas partida, ambas em 3 pessoas. Incluí o relato de ambas as partidas para fornecer uma noção bem geral dos desafios e dinâmica delas.

Conheci este jogo do Feld, lançado ano passado. É um dos jogos da linha leve dele, sendo bem tranquilo de jogar uma vez que aprenda-se a dinâmica da coisa. De forma bem simplificada é o seguinte: em cada rodada recebe-se três cartas, e é preciso deixar uma na posição A, uma na B e outra na D. A que ficar na A será usada pela habilidade que a carta fornece, que entra em ação imediatamente. A que ficar na B dará o recurso indicado no canto baixo esquerdo da carta. A que ficar na D fará o marcador respectivo ao animal indicado na carta subir um espaço na trilha dele, e o jogador marca pontos de acordo com a quantidade de marcadores que tiver deste animal. A fase C não é ativada por carta; nesta fase, o jogador pode colocar um de seus cientista/pesquisador em um espaço no tabuleiro, pagando os recursos da cor do local onde alocou o pesquisador, ou então, se não colocar um pesquisador/cientista, o jogador pode escolher um recurso qualquer e recebê-lo. (mais…)

Olá!

Aviso que as impressões abaixo, como dito, são as primeiras, com base em uma partida em 4 pessoas.

Foi a estreia de todos neste jogo do Feld. A preparação do jogo é um pé no saco, mas suponho que, com prática, tomará menos tempo. O dono do jogo veio com as regras lidas, mas, por sorte, outro dos participantes desconfia de tudo, e em sua checagem, vários erros foram evitados (alguns pequenos, outros que teriam impactos profundos e tornariam esta partida como outras partidas iniciais tremendamente erradas pelas quais o o dono do jogo carrega infâmia). Uma vez acertados, fomos ao jogo.

O AquaSphere parece um ponto intermediário entre os desenhos do Feld: ele não é a festa de pontos na moleza do The Castles of Burgundy, pois no AquaSphere nem tudo que faz-se gera pontos, e ainda é mais punitivo, mesmo que não tanto quanto o Macao ou, alegadamente, o In the Year of the Dragon. Nem sequer monta-se uma apropriada “máquina de pontos”, posto que a cada rodada há um esforço constante para tentar obter alguns pontos e preparar-se para evitar penalidades e pagar custos. Existem 2 tipos de ações possíveis no jogo: ativar o Programador (Engenheiro) ou o Ativador (Cientistas) (os nomes em parênteses são os corretos, mas irei usar os outros). (mais…)