Posts com Tag ‘Jogos de estratégia’

Olá!

Imagem por W Eric Martin

O básico das regras:

Em Castles of Burgundy cada jogador representa um nobre buscando expandir sua influência em seu território com a construção de colônias, castelos, criando gado, minerando, exportando mercadorias e adquirindo conhecimentos que os viajantes trazem. (mais…)

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Olá!

Aviso que as impressões abaixo, como dito, são as primeiras, com base em uma única partida.

Imagem por vittorioso

O básico das regras:

Village é um jogo que revolve ao redor da vida mundana de uma vila medieval. Na dita vila seus habitantes realizam trabalhos diversos, servem à Igreja, ao Conselho entre outras possibilidades e, se forem membros destacados – usualmente porque foram um dos primeiros a realizarem/participarem de algo – entrarão nas crônicas históricas da vila, eternizando-os na memória da vila. Aos demais restará um espaço no cemitério público e o esquecimento. Este é o cenário do jogo.

Cada jogador controla uma família. Os meeples de cada família são numerados de 1 a 4. Isso é para indicar a qual geração eles pertencem. O jogador começa com quatro meeples com o número 1. Esses serão, usualmente, aqueles que terão um espaço no livro de registros, já explico o porquê.

Na preparação para cada rodada, alguém coloca o total de cubos indicado para o tanto de jogadores junto aos cubos pretos (praga) no saquinho e retira dali a quantidade indicada para o número de jogadores para cada área destinada a isso no tabuleiro. A quantidade de cubos em uma área indica o número de vezes que as ações relativos àquela área podem ser realizadas, pois um cubo deve ser pego pelo jogador que deseja utilizar uma ação daquela área. (mais…)

Olá, pessoas!

Aviso que as impressões abaixo, como dito, são as primeiras, com base em uma partida, em 3 pessoas.

Os sentimentos são muito similares ao do Agricola, com as principais diferenças sendo a ausência das cartas, todas substituídas por construções disponíveis para qualquer um fazê-los. Então o set up de todos é igual. Depois, ainda que hajam várias momentos para alimentar, alguns seguidamente (com 1 só rodada de preparação), é bem mais fácil evitar a fome, pois transformar animais, grãos e vegetais em comida é algo livre, sem demandar lareira ou outros implementos que permitam tal transformação. Ademais, há dinheiro no jogo, que não tem muita função, exceto valer pontos e possibilitar a compra de comida.
(mais…)

Olá!

Aviso que as impressões abaixo, como dito, são as primeiras, com base em duas partidas, ambas em 3 pessoas.

Em Deus as opções dos jogadores são bem simples: ou usa-se uma carta para fazer uma construção, ou faz-se uma oferenda aos deuses. Cada carta é associada a um dos seis deuses presentes, e coloca-se a carta na coluna correspondente quando utilizada para construir. Paga-se o custo da construção (indicada na carta, normalmente custa materiais – pedra, madeira, trigo ou argila – e/ou dinheiro) e coloca-se o prédio correspondente em algum espaço no tabuleiro adjacente a uma construção sua já no tabuleiro, ou no mesmo espaço de uma construção sua. Então ativa-se a habilidade da construção (todas têm uma, exceto os templos, que só valem pontos ao final da partida). O “pulo do gato” do jogo é que, ao colocar-se uma nova carta na mesma coluna onde já há outras construções, todas as habilidades das cartas serão ativadas, começando de baixo (a primeira construção) para cima (até a última colocada). Isso permite fazer um combos enormes e permite uns turnos memoráveis para o jogador. Por exemplo, digamos que na sua coluna de Ceres hajam três construções e suas habilidades são:
– Escolha uma construção e esta produz o recurso correspondente de onde ela está;
– Ganha-se duas madeiras por construção em florestas;
– Ganha-se duas pedras por construção em montanhas. (mais…)

Olá!

Aviso que as impressões abaixo, como dito, são as primeiras, com base em uma partida em 4 pessoas.

Foi a estreia de todos neste jogo do Feld. A preparação do jogo é um pé no saco, mas suponho que, com prática, tomará menos tempo. O dono do jogo veio com as regras lidas, mas, por sorte, outro dos participantes desconfia de tudo, e em sua checagem, vários erros foram evitados (alguns pequenos, outros que teriam impactos profundos e tornariam esta partida como outras partidas iniciais tremendamente erradas pelas quais o o dono do jogo carrega infâmia). Uma vez acertados, fomos ao jogo.

O AquaSphere parece um ponto intermediário entre os desenhos do Feld: ele não é a festa de pontos na moleza do The Castles of Burgundy, pois no AquaSphere nem tudo que faz-se gera pontos, e ainda é mais punitivo, mesmo que não tanto quanto o Macao ou, alegadamente, o In the Year of the Dragon. Nem sequer monta-se uma apropriada “máquina de pontos”, posto que a cada rodada há um esforço constante para tentar obter alguns pontos e preparar-se para evitar penalidades e pagar custos. Existem 2 tipos de ações possíveis no jogo: ativar o Programador (Engenheiro) ou o Ativador (Cientistas) (os nomes em parênteses são os corretos, mas irei usar os outros). (mais…)

CONCORDIA

Bem, este é um jogo do Mac Gerdts, o senhor rodela (i.e: rondel), de fama vinda do Navegador e Imperial. No jogo cada pessoa representa, creio, uma família, uma dinastia de romanos expandindo o Império para tudo que é lugar. Cada jogador começa com a mesma mão de cartas, cada qual com seu uso específico – tem o Mercador, que permite ganhar dinheiro e trocar mercadorias; tem o Prefeito, que permite ativar uma região e ganhar o principal produto dali e todas as construções na região ativam, produzindo para seus donos, ou ganhar dinheiro “desativando” todas as regiões outrora ativadas; tem o Arquiteto, que permite mover os colonos e construir; o Diplomata, que permite copiar a última ação utilizada por outro jogador; e outros. Em seu turno, o jogador escolhe uma carta para usar, tal carta vai para a mesa e fica nela, o jogador realiza a ação desta, e pronto, vez do próximo. Com as cartas faz-se tudo no jogo. Inclusive comprar mais cartas. (mais…)