Posts com Tag ‘Jogos de estratégia’

O básico das regras:

Tzolk’in: The Mayan Calendar é um jogo em que os participantes representam tribos maias buscando expandir, desenvolver e agradar aos deuses. A melhor tribo vence.

O jogo tem uma porção de regras, mas o básico é o seguinte:

– Você tem, de início, três trabalhadores;

– A cada turno você deve colocar um ou mais trabalhadores em uma ou mais das rodas ou você deve retirar um ou mais trabalhadores de uma ou mais das rodas. É uma ação obrigatória – se você não tiver mais trabalhadores para colocar, por exemplo, deverá retirar um ou mais; o contrário também é verdadeiro (se não tiver mais trabalhadores para remover, tem que colocar); (mais…)

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DOOM (com caps lock, como um adolescente animado) é um jogo de 1 contra vários, em que uma pessoa é o Líder dos Invasores e os outros, os soldados. É baseado em cenários, e possui toda aquela qualidade em arte e componentes que espera-se da Fantasy Flight.

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Tournay – resenha

Publicado: 24 de novembro de 2017 por Tiago Perretto em Resenha
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Olá!

Imagem por W Eric Martin

O básico das regras:

O tema está tão densamente envolvido no jogo que eu tive de olhar a descrição do Tournay na página do BGG para saber exatamente qual era o cenário. Ocorre que Tournay, uma cidade na gália belga às margens do rio Scheldt, foi atacada e destruída por normandos em 881. Agora, 30 anos depois, o povo retorna e inicia-se a reconstrução dela, preparando-a para um longo período de prosperidade, mesmo sob a constante ameaça de ataques.
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Olá!

Imagem por W Eric Martin

O básico das regras:

Em Castles of Burgundy cada jogador representa um nobre buscando expandir sua influência em seu território com a construção de colônias, castelos, criando gado, minerando, exportando mercadorias e adquirindo conhecimentos que os viajantes trazem. (mais…)

Olá!

Aviso que as impressões abaixo, como dito, são as primeiras, com base em uma única partida.

Imagem por vittorioso

O básico das regras:

Village é um jogo que revolve ao redor da vida mundana de uma vila medieval. Na dita vila seus habitantes realizam trabalhos diversos, servem à Igreja, ao Conselho entre outras possibilidades e, se forem membros destacados – usualmente porque foram um dos primeiros a realizarem/participarem de algo – entrarão nas crônicas históricas da vila, eternizando-os na memória da vila. Aos demais restará um espaço no cemitério público e o esquecimento. Este é o cenário do jogo.

Cada jogador controla uma família. Os meeples de cada família são numerados de 1 a 4. Isso é para indicar a qual geração eles pertencem. O jogador começa com quatro meeples com o número 1. Esses serão, usualmente, aqueles que terão um espaço no livro de registros, já explico o porquê.

Na preparação para cada rodada, alguém coloca o total de cubos indicado para o tanto de jogadores junto aos cubos pretos (praga) no saquinho e retira dali a quantidade indicada para o número de jogadores para cada área destinada a isso no tabuleiro. A quantidade de cubos em uma área indica o número de vezes que as ações relativos àquela área podem ser realizadas, pois um cubo deve ser pego pelo jogador que deseja utilizar uma ação daquela área. (mais…)

Olá, pessoas!

Aviso que as impressões abaixo, como dito, são as primeiras, com base em uma partida, em 3 pessoas.

Os sentimentos são muito similares ao do Agricola, com as principais diferenças sendo a ausência das cartas, todas substituídas por construções disponíveis para qualquer um fazê-los. Então o set up de todos é igual. Depois, ainda que hajam várias momentos para alimentar, alguns seguidamente (com 1 só rodada de preparação), é bem mais fácil evitar a fome, pois transformar animais, grãos e vegetais em comida é algo livre, sem demandar lareira ou outros implementos que permitam tal transformação. Ademais, há dinheiro no jogo, que não tem muita função, exceto valer pontos e possibilitar a compra de comida.
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Olá!

Aviso que as impressões abaixo, como dito, são as primeiras, com base em duas partidas, ambas em 3 pessoas.

Em Deus as opções dos jogadores são bem simples: ou usa-se uma carta para fazer uma construção, ou faz-se uma oferenda aos deuses. Cada carta é associada a um dos seis deuses presentes, e coloca-se a carta na coluna correspondente quando utilizada para construir. Paga-se o custo da construção (indicada na carta, normalmente custa materiais – pedra, madeira, trigo ou argila – e/ou dinheiro) e coloca-se o prédio correspondente em algum espaço no tabuleiro adjacente a uma construção sua já no tabuleiro, ou no mesmo espaço de uma construção sua. Então ativa-se a habilidade da construção (todas têm uma, exceto os templos, que só valem pontos ao final da partida). O “pulo do gato” do jogo é que, ao colocar-se uma nova carta na mesma coluna onde já há outras construções, todas as habilidades das cartas serão ativadas, começando de baixo (a primeira construção) para cima (até a última colocada). Isso permite fazer um combos enormes e permite uns turnos memoráveis para o jogador. Por exemplo, digamos que na sua coluna de Ceres hajam três construções e suas habilidades são:
– Escolha uma construção e esta produz o recurso correspondente de onde ela está;
– Ganha-se duas madeiras por construção em florestas;
– Ganha-se duas pedras por construção em montanhas. (mais…)