Posts com Tag ‘Jogos de controle de área’

Olá!

Aviso que as impressões abaixo, como dito, são as primeiras, com base em um partida em 5 pessoas.

 

Demorou algum tempo, mas, afinal, o Tammany Hall veio para a mesa. Deixei os outros mais do que incertos, ao me enrolar todo para fazer o set up do jogo, indo e vindo. Para deixar a situação pior, jogamos o primeiro ano errado, pois havia cubos de imigrantes a menos em Castle Garden (o correto é o número de jogadores +2 e eu deixei, no começo, só igual ao número de jogadores), mas felizmente corrigi isso a tempo de não afetar a partida. Passadas essas lombadas iniciais, o restante do jogo fluiu sem novos incidentes. (mais…)

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Olá, pessoas!

Segue o relato.

Marcelo – Aracnídeos
Rafael – Mamíferos
Trentini – Répteis
Hélio – Insetos
Jorge – Pássaros
Tiago – Anfíbios

Apesar de alguns receios em jogar este título em 6 pessoas (o Jorge suava frio e esfregava, nervosamente, as mãos), com uma campanha forte promovida pelo Marcelo e pelo Trentini, não havia como impedir ou objetar. Creio, mesmo assim, que a decisão acabou sendo correta. O Rafael foi com os Mamíferos, o Trentini com os répteis, o Marcelo com os aracnídeos, o Jorge com os pássaros, o Hélio com os insetos e eu com os anfíbios. Como sei que o Marcelo é um assassino incontrolável, senti certa trepidação ao me ver dividindo as terras úmidas com ele. O que eu não esperava era que o genocida era outro, um inseto movido à energia solar. O Hélio foi um completo cretino. Após alguma especiação, tomei uma tundra na cabeça e depois de alguma competição, vi-me numa interessante condição: tinha 2 cubos no tabuleiro, e este tinha um único marcador de água. Estava muito perto da extinção.

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Olá, pessoas!

Estreia de todos no jogo. Fazer a preparação foi até rápido, só dividir as peças de cada um. Já explicar, bem, isto tomou algum tempo – coisa de uma hora. Cheguei a ler pequenas partes do manual, então não posso afirmar no todo, porém deu-me uma pungente sensação de manual ao estilo daquele do A Study in Emerald, que deixa mais dúvidas do que certezas. Foi tão longa e quebrada a explicação que, no trecho final dela, o Éder já tinha esquecido o começo – e isto provar-se-ia um ponto muito relevante para a partida.

Marcelo – vermelhos
Éder – azuis
Trentini – verdes
Eu – amarelos

Pois bem, investi cedo num Moogre, para capitalizar em cima do canibalismo dele, enquanto os demais optaram mais pelos Drakoors e Bloobs. Depois coloquei um Shagoo para revelar os monstros escondidos e ir fagocitando-os. A teoria era essa, ao menos. Contudo, os dados, por vezes grandes amigos meus, falharam-me feio desta vez. Com uma rolagem ridícula atrás da outra, perdi rodadas inteiras investindo em fortalecer ataques só para obter resultados pífios. Nisso o Marcelo ia bloobando, porém não tão bloobado quanto o Trentini, que blobeou geral e saltou na frente, todavia se fingia de vítima.

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LADRÕES & ZERGS – A BUSCA PELO TEMA PERDIDO

Este é um jogo do Reiner Knizia. O que isso significa? Ora, usualmente significa uma mecânica apurada e tema colado em cima com cascolar, então não sacuda muito senão desgruda.

(Cortesia do Tiagoaob)

E isto se aplica aqui? Sim, não há como circunavegar isso. Poderiam ser um bando de ladrões que cercam pessoas na rua e aquele que tem mais ladrões leva o roubo – assim, quem tiver a maioria de colares, relógios e carteiras, disputa a vitória. Ou são soldados no espaço sideral combatendo alienígenas, e aqueles que cercarem os oponentes com as maiores forças os vencem – dessa forma, quem destruir mais dos zergs, dos protoss ou dos aliens disputa a vitória. E assim em diante. Claro, talvez os mesmos fossem um pouco mais difíceis de vender, e mesmo quebrassem alguns direitos autorais, mas de qualquer maneira funcionaria sem mudar basicamente uma vírgula da mecânica.
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