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Dominant Species – análise

Publicado: 26 de novembro de 2015 por Alexandre Trentini em Resenha
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Há 90.000 anos atrás o mundo se preparava para entrar em uma era glacial, as espécies de várias classes de animais competiram entre si e lutaram pela sobrevivência em um mundo ficando cada vez mais escasso de recursos, esse é o cenário de Dominant Species, jogo de Chad Jensen publicado pela GMT em 2010.

DS Capa

Dominant Species é um jogo de 2 a 6 jogadores onde cada jogador controla uma classe animal dentre as 6 classes: Mamíferos, Répteis, Pássaros, Anfíbios, Aracnídeos, Insetos. O objetivo do jogo é fazer com que as espécies da sua classe sobrevivam e se adaptem bem até o momento de clímax da Era do Gelo na Terra. Em termos mecânicos, em cada rodada os jogadores irão fazer pontos de vitória de acordo com maiorias de espécies em terrenos, uso de cartas de efeitos especiais e sobrevivência na tundra, no fim do jogo vence quem tem mais pontos de vitória.

É um jogo de domínio de área onde as ações dos jogadores são resolvidas por um sistema de alocação de ações e resolução em uma ordem determinada. Cada jogador, em sua vez de jogar no turno, aloca um peão de ação (um trabalhador) em uma das 12 ações disponíveis. Depois que todos os jogadores colocaram seus peões, as ações são resolvidas em ordem de procedência,  da esquerda para a direita, de cima para baixo. (mais…)

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Space Empires: 4X – resenha

Publicado: 15 de janeiro de 2015 por Alexandre Trentini em Resenha
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“E então a frota atravessou o espaço desconhecido através de rotas perigosas, por entre nebulosas e cinturões de meteoros, desviando do horizonte de eventos de buracos negros. Os humanos ainda estavam em um espaço desconhecido e os batedores, quando voltavam com novas informações, não eram completamente precisas, mas na maioria das vezes desapareciam sem deixar vestígios e a frota jamais sabia de seus paradeiros.

O homem ainda está engatinhando em um espaço desconhecido, o serviço de inteligência militar espacial ainda é pouco eficaz se comparado aos das Grandes Guerras Mundiais. Se encontrarmos uma ameaça desconhecida além do espaço profundo não há como estimar se nossas forças serão suficientes.

-Almirante, um dos batedores retornou a frota com a informação de que estamos navegando sob território de outra civilização – afirmou o Comandante.

-Comandante, sabemos qual é o tamanho do perigo? Temos alguma informação sobre suas tecnologias ou o tamanho de suas frotas? – respondeu o Almirante.

-Não, senhor, o máximo que conseguiram estimar foi a posição de algumas frotas, mas não conseguem estimar com exatidão o tamanho dessas frotas e nem quais tecnologias possuem. Não sabemos se a civilização é pacífica, mas estimamos que nossas posições provavelmente sejam conhecidas por eles também.

-Todos nós sabemos que o combustível inteiro da frota era só de ida, mas conseguiremos enviar dois mensageiros pelo caminho seguro que traçamos de volta às nossas colônias com a informação de que encontramos uma civilização desconhecida. Estamos em uma guerra contra o desconhecido, a ordem é atirar primeiro, fazer perguntas depois.

-Mas senhor, e se eles forem pacíficos?

-E se não forem? Tenho certeza que não terão piedade de nós, essa é uma luta pela sobrevivência e a ordem é essa, preparem as armas, iremos atacar diretamente suas colônias.

Essas foram as últimas ordens antes de a frota ser dizimada, não por naves inimigas tecnologicamente superiores, mas por meras minas espaciais que explodiram assim que as naves da frota chegaram ao seu destino.”

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