Posts com Tag ‘Doom: The Board Game’

Olá, pessoas!

Jogadores: André & eu

Jogamos o segundo cenário, porque o primeiro pareceu ter alguns problemas que não conseguimos resolver. Os cenários são simples: avançar, eliminar invasores e encontrar as chaves necessárias para escapar – e é preciso fazer isso antes dos danos sofridos serem altos demais. Além disso, a variante tem um pequeno porém: ao que notamos é preciso sempre jogar com os 3 soldados, mesmo em número menor de jogadores. Assim, eu controlei 2 soldados enquanto o André ficava responsável pelos eventos e pela IA dos invasores. Saímos com as habilidades especiais: Médico (cura) e Durão (um a mais de armadura) para o soldado verde (eu), Oficial (bônus de dano e de alcance para si e para os outros) e Instintos Assassinos (após matar um invasor, pode andar 4 e realizar um novo ataque) para o soldado vermelho (eu), e Assalto Terrestre (anda 2 e faz até 3 ataques) e Operações de Sobrevivência (mais vida) para o soldado azul (André). (mais…)

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Olá, pessoas!

Segue o relato da última sessão da campanha do Doom.

– Doom: The Boardgame (Marcelo, Éder, André e eu) – foi o finale da campanha, onde jogamos o cenário E Seguiu-se o Inferno (And Hell Followed). Antes de começarmos, os soldados adquiriram novas habilidades, o que tornou o soldado André num sniper, o Marcelo ganhou mais vida e o Éder virou um oficial – supomos que ele pegou a jaqueta de algum oficial que ele encontrou morto pelo caminho. O cenário começa com os soldados procurando pelo soldado Frank, que os ajudara anteriormente. Porém eles encontram somente o cadáver dele, pois Frank suicidara-se, deixando uma mensagem que depois do que ele havia visto, ele não conseguiria continuar vivendo. Os monitores da sala de segurança estavam destruídos e nas plaquetas havia a identificação de que os mesmos vigiavam as áreas adiante pela qual os soldados teriam que passar para chegar até a área de lançamento das naves de emergência. Definitivamente não era algo animador. Mas, sem opções, eles seguiram adiante, armados com o pequenos arsenal que havia no armário da sala de vigilância.

Os invasores estavam em quantidades cada vez maiores, quanto mais perto da saída os soldados chegavam. A estrutura da base parecia particularmente enfraquecida por ali, com as vigas de metal gemendo e tremores sendo sentidos nas paredes e chão. Essa, no entanto, era uma preocupação menor, pois as lutas exigiam a maior atenção dos soldados. Talvez pela iluminação problemática, estando os corredores banhados naquela inconstante luz vermelha de emergência, a mira de ambos os lados estava defeituosa, e o combate parecia mais um conflito de atrito do que um tiroteio aberto pelos corredores da estação. Os soldados estavam conseguindo avançar bem, tendo encontrado uma chave de segurança nas mãos de um militar que, naquela manhã que parecia a mil dias no passado, iria ser o guia deles pela base. O soldado Marcelo valeu-se da chave para obter acesso a um trio de extensos corredores onde havia a maior concentração de invasores que ele já avistara.

A porta aberta atraiu a atenção dos invasores, que começaram a encaminhar-se na direção da dupla de soldados, pois o terceiro do trio, o soldado André, estava bastante atrás, tendo que lidar com incessantes ataques dos Trits. A primeira linha de monstros era composta por Mancubus, e esses foram recebidos por um cordão de granadas lançadas pelo Éder e pelo Marcelo, mas ainda assim os três Mancubus resistiram o suficiente para causar danos significativos aos soldados. Mesmo após a queda dos Mancubus, os corredores ainda estavam apinhados de Zumbis, Imps e Trits, e, mais longe, um trio de Arquiviles coordenavam os esforços dos invasores para destruir os soldados. Os soldados uniram-se e optaram por seguir juntos pelo corredor sul, o qual, de maneira paulatina, limparam de ameaças, ainda que não conseguissem evitar os ataques surpresa promovidos pelos Trits.

Os invasores juntaram-se diante da porta de segurança, esperando pela vinda dos soldados, e ali houve a maior concentração de disparos e ataques já ocorrido. Granadas estouravam, enquanto raios de energia, e projéteis de metralhadora e da arma de corrente partiam as fileiras de monstros. Os soldados conseguiram passar pela porta de segurança e sabiam estar próximos de seu objetivo, mas antes precisavam achar uma outra chave, a que daria acesso ao local de lançamento das naves. Isso os levou até outra grande sala, esta também tomada de inimigos, mas contendo alguns recursos inestimáveis para os soldados – munição, kits médicos e armas de grande potência, incluindo uma arma de plasma e um protótipo da BFG.

O tempo parecia estar no final, pois era esperado que tão perto da base de lançamento, os soldados ouviriam o decolar das naves, mas no silêncio de entre os tiroteios, conseguiam ouvir somente os gemidos e os tremores da própria base. O Marcelo encontrou a chave de segurança, e os soldados animaram-se: estavam perto de escaparem deste inferno! Eles retornaram até o corredor, onde abriram a porta de segurança e a esperança deles virou cinzas, pois ali viram um trio de Cyberdemons, caminhando entre cadáveres e espaçonaves destroçadas. Não havia escapatória, não mais. Mas poderia haver vingança. Os soldados atacaram com tudo o que tinham, e derrubaram dois dos Cyberdemons e feriram o último, porém o tempo encerrara e a escuridão estava vindo para envolver aos soldados e, logo, à toda a humanidade.

Doom

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Foi uma partida em que desafiamos toda a lógica e probabilidade. Nunca antes na história desse país alguém errou tantos ataques em sequência como fizemos. Desde o começo o Marcelo e eu estávamos disputando para ver quem errava mais, porém, na batalha do corredor triplo, fizemos história: eu errei 5 de meus 7 ataques, o que já é bisonho. Mas então os soldados erram todos e seis ataques que realizaram! Uma sequência no geral de sete erros seguidos (um meu mais os seis deles). Um absurdo. E não diminuímos muito esses números depois – eu continuei errando vários, e eles também. Mas a coordenação dos soldados estava bem boa, tanto para cobrir linha de visão quanto para saber quem deveria fazer o quê. Com 5 frags antes de eles sequer encontrarem a sala final, achei que eles sequer conseguiriam chegar na sala, mas eles resistiram contra tudo e chegaram até a shuttle bay. O objetivo final do cenário era que eles eliminassem os três Cyberdemons, e dois foram mortos e o terceiro ferido. Um turno a mais e a vitória trocaria de mãos, mas meu baralho acabou e marquei o frag final por causa disso. No limite!

E foi isso!

Abs,

Doom – relato de sessão (4o cenário)

Publicado: 19 de dezembro de 2013 por Tiago Perretto em Relato
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Olá, pessoas!

– Doom: The Boardgame (André, Marcelo e eu) – continuamos com a nossa campanha, agora no terceiro cenário: Tua Carne Consumida (Thy Flesh Consumed). Neste cenário os soldados acabaram de fechar o portal dimensional que poderia permitir a passagem de invasores para outras colônias humanas, ao custo do sacrifício dos cientistas que encontraram no cenário anterior. Agora os soldados têm uma missão simples: seguir na direção das naves de escape de emergência. Mas antes eles são avisados por outro sobrevivente que existe, razoavelmente perto deles, para o norte da posição em que se encontram, um compartimento secreto onde há um protótipo da BFG, além de kits médicos e baterias de energia para a arma, porém, para chegar em tal local, é necessário ativar um teleporte que requer duas senhas para permitir passagem – motivo pelo qual o espaço ainda não foi pilhado pelos invasores. O informante dos soldados sabe que ainda há outro sobreviventes no setor, e que eles devem conhecer a senha, mas será preciso antes encontrá-los e, ainda mais, encontrá-los antes que os invasores o façam.

Assim, os soldados armam-se e preparam-se com os equipamentos largados pela área, e dão cabo sem muitos problemas dos Imps e Trits presentes no local. O avanço os leva até uma área em que vários Imps e dois Mancubus mantém um tipo de guarda. Ali escondem-se dois cientistas, que entregam sua posição quando da entrada dos soldados, pois creem que o resgate de sua terrível situação está próximo. Os invasores são atacados, mas devolvem na mesma moeda, e os cientistas são bastante feridos. Mesmo assim os soldados conseguem deles as senhas para o teleporte, enquanto junto acabam com os invasores.

Adiante eles dão de cara com um enorme Cavaleiro do Inferno, que resiste aos ataques inciais dos soldados, talvez pelo alvo desses ser mais os Arquiviles que estavam atrás da grande criatura, usando-a de escudo de forma que pudessem disparar de forma segura seus ataques de energia. No entanto, granadas dos soldados acabam com esses planos, porém elas exigiram que os soldados avançassem, e o Cavaleiro do Inferno fez com que pagassem pesado pela destruição dos Arquiviles. Foi necessário fogo intenso para derrubar o Cavaleiro. Depois os soldados seguiram para o norte, apressados pelos rosnados de três Demônios que vinham na esteira deles. Após a porta encontraram um longo corredor, apinhado de Imps e Trits, os quais foram recebidos por várias granadas, deixando o corredor detonado e coberto por entranhas, mas livre, no momento, de ameaças. Os soldados encontraram dois teleportadores, mas somente um deles exigia senhas para funcionar, então as duas – XYZZY e PLUGH – foram inseridas e eles tiveram acesso ao espaço reservado onde recuperaram-se, pelo uso dos kits médicos, e o Marcelo armou-se com seu primeiro amor: a BFG.

Ao retornarem, viram que, no corredor, havia outro Cavaleiro do Inferno, então optaram por saltar pelo outro teleportador que os levou até uma área protegida por um Mancubus, um Demônio e nada mesmo do que doze Zumbis! O André lidou com o Mancubus, para então o Marcelo pedir licença e, com o disparo inaugural da BFG, arrebentou todos os zumbis de uma única vez! O Demônio, escondido num recesso do corredor, conseguiu escapar de atacar o Marcelo, enquanto um Zumbi, que surgiu de entre os escombros, atacou duramente o Éder, que havia avançado para justamente recuperar um pouco mais de vida.

As áreas adiante tiveram o mesmo tratamento: o André abria a porta, disparava contra o que houvesse mais próximo, então o Éder vinha para finalizar o serviço contra os mais avançados dos invasores, então o Marcelo abria caminho para limpar a área toda de oponentes. Ainda assim o número dos invasores, mesmo reduzido, não era anulado e os ataques deles prosseguiam. O mais fraco do trio – o Éder – era o mais caçado, em vista de usual ficar atrás para cobrir terreno e estar com a mais fraca armadura (uma combinação bem pouco recomendável).

Os soldados sentiam o cheiro da vitória, mas adiante da porta final, que já receberia o “oi” da BFG, o Éder caiu pela última vez devido ao ataque furtivo de um mero Trit.

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O cenário foi, durante a partida toda, exceto por um certo momento no meio, em que o o par de Arquiviles veio junto do Cavaleiro do Inferno, e o André errou dois arremessos de granada seguidos, mais para o lado dos soldados. Depois que o Marcelo teve um orgasmo ao pegar a BFG, somente os spawns me permitiam colocar alguma ameaça no cenário, já que quase nada restava após as explosões provocadas pelas BFG. O problema deles, como citei, foi deixar o ausente Éder sem armadura e com a função de guardar os corredores mais distantes. Assim, era perto dele que eu fazia surgir invasores e era ele minha preferência para atacar, pela maior chance de sucesso – para dar a noção de como foi, só ele caiu 3 vezes, enquanto os outros dois caíram 3 vezes somado.

E foi isso!

Abs,