Posts com Tag ‘Alocação de dados’

Olá!

Imagem por W Eric Martin

O básico das regras:

Em Castles of Burgundy cada jogador representa um nobre buscando expandir sua influência em seu território com a construção de colônias, castelos, criando gado, minerando, exportando mercadorias e adquirindo conhecimentos que os viajantes trazem. (mais…)

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Olá, pessoas!

Aviso que as impressões abaixo, como dito, são as primeiras, com base em uma partida, em 4 pessoas.

Bora Bora é um jogo que passa uma sensação similar àquela encontrada no The Castles of Burgundy – quase tudo que é feito gera pontos, e o objetivo é encontrar os melhores caminhos para pontuar (e não só pontuar em si, pois, como dito, quase tudo fará isto). Há muito para ser feito: construir, adquirir trabalhadores (homens e mulheres), colocar sacerdotes no templo, conseguir materiais (pedra, madeira e areia), mover, comprar joalherias, ativar trabalhadores, usar cartas (pagando oferendas) ou peças de deuses, as quais curvam as regras normais permitindo ações que normalmente não seriam possíveis, completar tarefas, acumular conchas (dinheiro), avançar na ordem de turno (por posição e, claro, por pontos) e algumas outras possibilidades. (mais…)

The Voyages of Marco Polo – Primeiras impressões

Publicado: 4 de agosto de 2015 por Alexandre Trentini em Resenha
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Essa semana joguei algumas partidas desse jogo recém lançado pela Z-Man, dos designers Simoni Luciani e Daniele Tascini. Marco Polo e suas viagens sempre foi um assunto de fascínio para mim e gosto muito do trabalho desses dois designers italianos em Tzolk’in, o que me levou a comprar esse jogo sem pensar muito.

Crédito: Z-Man Games

The Voyages of Marco Polo é um euro game de 2 a 4 jogadores com influências que vão de jogos como Troyes e Bora Bora até Ticket to Ride. (mais…)

Panamax – resenha

Publicado: 18 de março de 2015 por Alexandre Trentini em Resenha
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Panamax é um jogo de 2 a 4 jogadores criado por Gil d’Orey, Nuno Bizarro Sentieiro e Paulo Soledade lançado em 2014

Capa - Nuno Bizarro Sentieiro

Créditos: Nuno Bizarro Sentieiro

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Sempre fui muito fã de Race for the Galaxy e criei expectativas com relação aos anúncios, há alguns anos, da expansão Alien Artifacts e do jogo de dados baseado no Race for the Galaxy chamado Roll for the Galaxy. Ambos demoraram anos para se concretizarem e infelizmente nem tudo atendeu às minhas expectativas. O Alien Artifacts possui cartas bem interessantes, mas o módulo de orbe me decepcionou bastante, deixarei para o futuro uma resenha dessa expansão, como já prometido em minha análise sobre o primeiro arco de expansões. Mas e o Roll for the Galaxy, atendeu minhas expectativas?

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Roll for the Galaxy é um jogo de Thomas Lehmann e Wei-Hua Huang baseado em Race for the Galaxy, de Thomas Lehmann, publicado pela Rio Grande Games em 2015 de 2 a 5 jogadores em que cada jogador representa uma raça com um império intergalático que precisa se desenvolver, colonizar novos planetas e vender e consumir produtos para a manutenção desse império, o jogador que conseguir o melhor desempenho com seu império (atingir mais pontos de vitória) vence.
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