Arquivo da categoria ‘Relato’

Olá, pessoas!

Segue o relato.

Marcelo – Drácula
Lorde Godalming & Dr. Seward – Éder
Van Helsing & Mina Harker – eu

O Marcelo iniciou dizendo que não estava muito certo das regras. Temi pelo pior – poucos estragam seus jogos tão bem quanto o Marcelo. Só que também poucos tem tanto poder moral de fazer seus jogos serem jogados, então o Fury foi pra mesa de qualquer modo. Seguimos com consultas diversas ao manual, não tanto porque as regras são difíceis, porém mais por pequenezas, principalmente de timming – quando algo poderia ser feito, se poderia ser feito. Provavelmente erramos algumas regras (uma vimos na hora, que o Drácula ou o investigador podem iniciar combate na noite), todavia, no geral, o jogo andou OK.

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Olá, pessoas!

Aviso que as impressões abaixo, como dito, são as primeiras, com base em uma partida solo.

 

Bem, jogando com a Gates of Arkham o jogo sai do Museu e vai para a cidade em si, e aí sim o ES vira um Arkham Horror-mini (o que esperavam que ele fosse quando de seu anúncio em 2010-11). A dinâmica de resolver aventuras usando os dados mantém-se, porém vários aspectos sofreram modificações: (mais…)

Olá, pessoas!

Foi a estreia do Ikusa. Nele, cada jogador representa uma facção lutando pelo controle do Japão. O objetivo é war-style: conquistar X territórios (no caso, em 3, na versão “rápida”, são 40 territórios) ou eliminar outro jogador (neste caso a eliminação não garante a vitória de quem eliminou, mas é quase certo que sim). No turno, começa-se usando dinheiro para selecionar ações e quanto será feito (por exemplo, colocar 3 dinheiros em recrutar permite recrutar mais do que com 2 dinheiros). As ações são: ordem de turno, construir (castelos e fortes, que ajudam na defesa, e só na defesa, de territórios), recrutar, contratar ronin e contratar ninja.

A decisão de onde investir o dinheiro é feita de forma secreta e simultânea, com todos revelando onde investiram ao mesmo tempo. Então, primeiro, vê-se qual será a ordem do turno, depois constrói-se castelos/fortalezas. Então recrutam-se tropas, e todos colocam as tropas recrutadas simultaneamente. Em seguida, contratam-se os ronins (que podem ser colocados de forma secreta em áreas controladas pelo jogador, e a área em questão é só revelada se for atacada ou usada para um ataque). O Ninja, por fim, é contratado por quem mais pagou pelos seus serviços – o Ninja deve ser usado antes do jogador iniciar seus combates, e durante a fase de movimento, pode ser utilizado para matar um Daimyo, se rolar 8 ou menos no d12. Caso isso ocorra, o exército desse Daimyo não pode ser movido naquela rodada, mas pode se defender normalmente – e, ao final da rodada, se o exército ainda existir, uma das unidades é convertida no novo Daimyo, logo não é possível eliminar um jogador usando o Ninja, mas ajuda. (mais…)

Olá, pessoas!

Aviso que as impressões abaixo, como dito, são as primeiras, com base em uma partida, em 3 pessoas.

Jogamos com a expansão Castle Panic: The Wizard’s Tower que, pelo por cima que recebemos, adiciona vários elementos ao jogo base (a dita torre do Mago, um baralho novo de cartas para os defensores, criaturas novas, incluindo uma porção de monstros legendários) e o torna muito melhor. O objetivo do jogo é defender as torres e os muros da cidade, enquanto hordas de monstros vem para atacá-las. (mais…)

Olá, pessoas!

Segue o relato de nossa partida (com alguns comentários iniciais sobre o cenário).

5 jogadores:
Lauri – Shannon
Henrique – Joshua
Marcus – Belle
Hélio – Grindlock
Eu – Kim & Watts

Jogamos o terceiro cenário: Serra Circular, onde o objetivo dos sobreviventes é invadir uma prisão (usando uma serra circular para abrir um buraco ao redor da porta de aço) e, uma vez ali dentro, limpar o local de zumbis. Foi uma partida curiosa, pois este cenário, para mim, mostrou o mesmo porém que havia no outro que joguei desta 2a temporada: a possibilidade, bem fácil até, de explorar o que é uma falha de execução do cenário: no outro, havia a torre de observação, aqui a questão ficou para com a relação entre os spawn points e a porta giratória. Dois dos spawn points ficam fora do presídio e dois, dentro. (mais…)

Olá, pessoas!

Segue o relato.

Marcelo – Aracnídeos
Rafael – Mamíferos
Trentini – Répteis
Hélio – Insetos
Jorge – Pássaros
Tiago – Anfíbios

Apesar de alguns receios em jogar este título em 6 pessoas (o Jorge suava frio e esfregava, nervosamente, as mãos), com uma campanha forte promovida pelo Marcelo e pelo Trentini, não havia como impedir ou objetar. Creio, mesmo assim, que a decisão acabou sendo correta. O Rafael foi com os Mamíferos, o Trentini com os répteis, o Marcelo com os aracnídeos, o Jorge com os pássaros, o Hélio com os insetos e eu com os anfíbios. Como sei que o Marcelo é um assassino incontrolável, senti certa trepidação ao me ver dividindo as terras úmidas com ele. O que eu não esperava era que o genocida era outro, um inseto movido à energia solar. O Hélio foi um completo cretino. Após alguma especiação, tomei uma tundra na cabeça e depois de alguma competição, vi-me numa interessante condição: tinha 2 cubos no tabuleiro, e este tinha um único marcador de água. Estava muito perto da extinção.

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Olá, pessoas!

Jogamos o cenário A Forja (The Forge), onde os humanos fizeram um poderoso artefato experimental, o Santo Alos, o qual pode ser de grande ajuda para reforçar o exército humano. Mas os trogloditas, numa ação ousada, fizeram uma operação de ataque e roubaram o artefato, que era guardado em caixas, dividido em partes. Um grupo de guerreiros foi montado às pressas e enviado atrás dos trogloditas e foi no tempo preciso, pois o grupo mal teve tempo de acessar os túneis debaixo de Nova Jerusalém antes da entrada ser explodida e totalmente bloqueada. Os guerreiros não poderão retornar por onde vieram, sendo preciso não só recuperar tudo que for possível do artefato, como também encontrarem uma saída para escaparem. (mais…)