Moongha Invaders – Atacando a Terra

Publicado: 20 de novembro de 2015 por Tiago Perretto em Diversos, Relato
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Olá, pessoas!

Estreia de todos no jogo. Fazer a preparação foi até rápido, só dividir as peças de cada um. Já explicar, bem, isto tomou algum tempo – coisa de uma hora. Cheguei a ler pequenas partes do manual, então não posso afirmar no todo, porém deu-me uma pungente sensação de manual ao estilo daquele do A Study in Emerald, que deixa mais dúvidas do que certezas. Foi tão longa e quebrada a explicação que, no trecho final dela, o Éder já tinha esquecido o começo – e isto provar-se-ia um ponto muito relevante para a partida.

Marcelo – vermelhos
Éder – azuis
Trentini – verdes
Eu – amarelos

Pois bem, investi cedo num Moogre, para capitalizar em cima do canibalismo dele, enquanto os demais optaram mais pelos Drakoors e Bloobs. Depois coloquei um Shagoo para revelar os monstros escondidos e ir fagocitando-os. A teoria era essa, ao menos. Contudo, os dados, por vezes grandes amigos meus, falharam-me feio desta vez. Com uma rolagem ridícula atrás da outra, perdi rodadas inteiras investindo em fortalecer ataques só para obter resultados pífios. Nisso o Marcelo ia bloobando, porém não tão bloobado quanto o Trentini, que blobeou geral e saltou na frente, todavia se fingia de vítima.

Depois do meu Moogre apanhar dos militares da Terra, tirei ele de Londres e mandei para Paris, que parecia mais leniente com ataques, deixando meu Shagoo para trás, para sua morte. O Cairo e a Ásia eram locais protegidos com firmeza pelo Éder, que parecia estar jogando pelo planeta ao invés de pelos invasores. Certamente não era um filme regular de Holywood, pois a resposta da humanidade aos invasores vinha do Oriente e da África, quem poderia imaginar algo assim? Com meu Moogre tentei tomar o controle de Paris, e falhei, quando lá o Trentini foi com seu Mechoor novinho em folha. Porém, no Rio de Janeiro o Moogre teve sucesso, destruindo geral.

Fui bloobar como os outros, tentando recuperar algum terreno, contudo uma nova hoste de rolagens lazarentas impediram-me de alcançar o resultado desejado. O Marcelo tentou a sorte em Sidney, mas seu Mechoor foi arrebentado por ataques aéreos. O robôzão tentou se esconder, porém foi revelado por uns heróis humanos enviados Trentini e, em seguida, comido Moogre do Éder, ao melhor estilo de comer lagosta.

Notem a segurança militar no Cairo, Nova Deli, Sidney e Tóquio,e o Mechoor vermelhão logo antes de ser devorado:

Em Londres os heróis e militares viram que foram enganados por bastante tempo: aquele Shagoo ali não era de fato um humano de chapéu estranho e bombacha. Os miltares atacaram, porém os olhos meigos do Shagoo mostraram que ele era, de fato, mais decente que a maioria dos humanos. O Shagoo, abandonado lá por mim, acabou por sobreviver e é dito que passou a ser bancário. O Éder, após garantir o controle de Moscou, passou a brigar comigo pelo domínio de Los Angeles. Meu Bloob, apesar de chegar lá antes, foi patético e perdi o local. E em Berlim, meu segundo Bloob, também foi superado, pelo Moogre do Marcelo. Tentei, por fim, arrancar 1 pontinho em Moscou, contudo, o padrão de qualidade de meus Bloobs foi mantido e ele falhou.

O Trentini mandou seu Mechoor para Tóquio, tentando prejudicar o Éder e ainda ganhar algum ponto ali, mas dois ataques aéreos e um mecanizado foram o necessário para derrubar o robô antes que ele relasse num prédio que fosse. Depois o Trentini concentrou-se em usar os heróis dos humanos de forma a manter seguro seus Drakoors. Segui para tentar pontuar com os Drakoors também, porém fiz uma opção infeliz de local e que ficou pior quando o Marcelo, já com o cérebro desligado, mandou um Drakoor dele para o mesmo local, efetivamente garantido que ele e eu ganhássemos 0 ponto. Pouco antes disso, o Marcelo usara uma bomba atômica em Los Angeles, arrebentando o Éder e eu, mas o Mechoor do Éder resistiu bravamente – e era o objetivo do Marcelo fagocitar o Mechoor, como vingança pelo ocorrido com ele mesmo. No entanto o Mechoor escondeu-se e lá se foi o plano mal-ajambrado do Marcelo.

O Éder estava bem posicionado para vencer a coisa toda. Agora, lembram que eu disse que ele esquecera o começo da explicação do jogo? Pois bem, nessa parte inicial foi citado que os Drakoors, no final da partida, valeriam pontos – 3 pontos menos 1 por cada monstro no mesmo local. O Éder esqueceu isso. Então além dele nada fazer contra os 3 Drakoors do Trentini, ele, ao custo de 1 peça de criação, poderia ter recebido 2 pontos e tirado 1 do Trentini. Algo bem relevante, porque, ao fazer a contagem dos pontos dos controles das áreas, dos inimigos engolidos pelos Moogres, dos Drakoors no planeta e das cidades protegidas, o resultado foi:

Trentini – 27 pontos
Éder – 24
Eu – 19
Marcelo – 15

Visão lateral do mapa no final do jogo:

Visão aérea do mapa. Notem, no canto alto direito, o meu Shagoo amarelo vivendo entre os militares humanos:

E foi isso!

Abs,

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