Splendor – Resenha

Publicado: 16 de julho de 2014 por Alexandre Trentini em Resenha
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Splendor é um jogo projetado por Marc André onde cada jogador é um mercante de jóias do período do Renascimento e vence quem conseguir mais prestígio no mercado.

A relação mecânica/temática do jogo é quase abstrata, porém é um jogo bem interessante, com uma boa dose de estratégia e também um tanto de sorte que é possível ser jogado em um tempo razoável de 20 a 40 minutos.

Os componentes são muito bons e bem bonitos, cada peça de pedra preciosa é uma ficha plástica no estilo de fichas de Poker com um adesivo representando a pedra preciosa em cima, o insert é espaçoso o suficiente para caber as cartas com sleeves, não muito grossos porém. E além disso temos alguns tokens de papelão representando os nobres.

As regras são bem simples, o que torna o jogo atrativo também para jogadores casuais. Basicamente em seu turno o jogador pode realizar uma das três seguintes ações:

-Pegar 3 peças diferentes entre as 5 pedras preciosas (Diamante, Esmeralda, Rubi, Ônix, Safira) ou 2 de uma única pedra preciosa (mas para pegar 2 de uma única jóia é necessário que a pilha de pedras possua no mínimo 4 peças do tipo solicitado);
-Comprar uma carta, pagando o custo em pedras preciosas;
-Reservar uma carta, tirando a carta da mesa e colocando em sua mão, com isso pegando um ouro que é uma peça curinga que vale qualquer uma das 5 pedras preciosas.

O jogo flui dessa maneira, com cada jogador realizando uma ação em seu turno e seguindo em sentido horário até que algum deles faça no mínimo 15 pontos, ativando assim o gatilho da última rodada, todo mundo joga a mesma quantidade de rodadas, então o jogo termina no último jogador da rodada na mesma rodada que alguém fez 15 pontos. Vence quem tem mais pontos de prestígio.

Algumas cartas não valem pontos, mas todas as cartas colecionadas valem desconto em uma pedra para a compra de uma próxima carta, com isso o jogo se desenvolve com o jogador podendo comprar as cartas mais caras usando o desconto das cartas mais baratas que ele adquiriu em rodadas anteriores. Além disso se o jogador possui uma determinada combinação de cartas colecionadas, ele recebe a visita de um nobre que também vale pontos de prestígio.

Existe um limite de 3 cartas que o jogador pode reservar em sua mão, ele não pode se desfazer das cartas, a única forma de se livrar dela é comprá-las pagando o custo em pedras preciosas e baixando em seu tableau. Outro limite que temos é a quantidade de pedras que cada jogador pode ter em seu estoque pessoal que é 10.

Enfim, é um jogo interessante por sua simplicidade, a interação existe e importa por causa da disputa pelas diferentes pedras preciosas que possuem estoque limitado no mercado, existe também disputa nas cartas que cada um pretende comprar.

Não é um jogo denso e se você procura uma temática forte, esse não é o jogo que você está procurando. Porém, se procura um jogo rápido com uma boa dose de estratégia e de regras simples, pode ser uma boa aquisição.

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comentários
  1. Jefferson disse:

    Parabéns pelo Post! Splendor parece ser um jogo muito divertido. Já está na minha Wishlist

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  2. Parabéns pela resenha. Bastante objetiva. Fiquei ainda mais curioso para conhecer o Splendor, agora, pela sua simplicidade. Pelas imagens que já vi, parece ser um jogo bastante caprichado.

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