Relato da partida de Nations em 27/01/2014

Publicado: 28 de janeiro de 2014 por Alexandre Trentini em Relato

Ontem o nosso amigo Marcelo recebeu eu, o Pedro e o Leonardo em sua casa para jogarmos, o que rolou foi:

Nations (eu, Marcelo, Pedro, Leonardo) – Eu fui com Roma, o Marcelo com a China, o Pedro com a Grécia e o Leonardo com a Pérsia, o que não fez diferença nenhuma, pois optamos numa primeira partida por jogarmos apenas com o lado A, onde todos os povos possuem o mesmo poder. A resenha do jogo tentarei fazer ainda hoje, portanto não irei postar muitos detalhes sobre ele aqui, mas adianto já que achei o jogo fenomenal, surpreendente e quero muito jogá-lo de novo, se é melhor que o Through the Ages, que é o jogo cuja jogabilidade mais se assemelha, eu não sei dizer, pois nunca joguei-o, mas certamente quero jogá-lo mais do que antes, pois o Nations é sem dúvidas um jogo muito bom.

O jogo começou com o Pedro comprando uma carta militar que lhe daria uma boa vantagem inicial, vantagem que ele resolveu ser um cara bacana e não quis minar os pontos de vitória dos adversários chamando guerras, com isso vi que investir em militarismo seria muito custoso, resolvi abandonar por um tempo a brincadeira militar e peguei como conselheira a Badica, que era pacificadora e por isso não me permitia investir esforços militares, porém me deixaria num tracking militar mais confortável. Nisso acabei investindo bem cedo em uma maravilha, o Exército de Terracotta, que quando eu concluiria, faria o último em estabilidade perder 4 moedas. Num golpe de sorte eu tinha uma estabilidade a mais que todos na segunda rodada e todos empataram em estabilidade, ou seja, todos menos eu perderam 4 moedas quando concluí o exército de Terracotta.

A partir daí acabei tendo uma rodada em que praticamente somente eu e o Léo compramos cartas novas, mesmo assim meu investimento foi em Conselheiros, depois investi em exército para conquistar algumas colônias, dentre elas o Brasil, Quebec e India, chamei guerra, guerras que minaram alguns pontos de vitória adversárias, mas o Pedro começou a se proteger contra as guerras sem necessariamente investir em poder militar, com a Grande Muralha da China, o Pedro parou de perder pontos de vitória nas guerras, o que lhe garantiu uma minúscula vantagem no final do jogo.

O Léo investiu muito no crescimento de sua população, investiu tanto que alimentar todo mundo ficou realmente pesado em um determinado momento, porém mesmo assim ele fez valer de sua grande população para pontuar bastante nas edificações.

O Marcelo foi o cara que mais trocou de edificações, comprou bastante carta e sempre tinha custo em tirar e recolocar seus trabalhadores nas novas cartas, além de ter uma cultura realmente ruim, não investiu quase nada em cultura e educação, quando percebeu que nem teria chance de competir nisso simplesmente desencanou de vez de investir em cultura.

Por outro lado o Pedro que teve um início bom, mas com alguns erros acabou tendo uma metade de jogo problemática, sem dinheiro para investir em melhorias, no final acabou se recuperando muito bem, investiu pesado em cultura e com toda a sua civilização mais inteligente, pensou que a guerra era perda de tempo, e de fato era, quem é inteligente não guerreia por besteira, com isso sua civilização garantiu uma ótima estabilidade, era dentre as nações presentes, a mais estável no final.

Eu investi relativamente bastante em cultura, cheguei a estar na frente por duas eras, porém, no final, não dava para competir com a máquina de fazer livros que o Pedro montou, além disso o Léo na última era resolveu tentar me alcançar na cultura e com isso anulou um ponto extra que eu podia ter pego com isso, mas eu e o Léo tivemos cultura suficiente no jogo, ao contrário da cultura da idade da pedra que os chineses do Marcelo tinham.

Na última rodada transformei minha nação em uma máquina de guerra, gostando da idéia e temendo por uma guerra difícil na última rodada, o Léo e o Marcelo investiram em militarismo também, também pela quantidade de pontos que conseguiríamos levantar com tudo isso se mantivéssemos nosso track militar alto e com bastante trabalhador nas cartas militares. O Pedro tocou o foda-se geral para o militar, na verdade quando investiu em militarismo no começo do jogo foi simplesmente para conquistar suas colônias, que na última rodada acabou perdendo por motivos diversos.

Mais um detalhe sobre a partida é que enquanto todos investiam em melhorias nas construções para adquirir materiais mais eficientemente no começo do jogo, eu investia em monumentos e conselheiros que me dariam esses recursos extras que no começo funcionariam, mas que depois me fariam falta, e dito e feito, enquanto todo mundo já estava com edificações eficientes e muito recurso sobrando, eu trabalhava no limite do que conseguia fazer e por uma rodada tive problemas para alimentar o povo perdendo ponto de vitória por isso.

O que quero dizer é que meu jogo foi exatamente o oposto do jogo do Pedro e mesmo assim a diferença de pontos no final do jogo foi 1 ponto. Os outros investiram em coisas diferentes, o Léo investiu forte no crescimento populacional, o Marcelo em edificações que dariam bastante ponto de vitória e cada um teve méritos pelas coisas que fizeram, o jogo é bem interessante nesse aspecto de equilíbrio das estratégias, pelo menos em um primeiro momento foi o que pareceu.

Final de jogo

Pedro – 41 pontos
Alexandre – 40 pontos
Leonardo – 34 pontos
Marcelo – 29 pontos

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comentários
  1. Marcos Kuhn disse:

    Preciso conhecer esse jogo. Me convido para uma partida, hauhauah

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