Chamada para a 31ª Curitiba Lúdica

Publicado: 2 de agosto de 2016 por Alexandre Trentini em Diversos
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No Sábado dia 6 de Agosto ocorrerá a 31ª Curitiba Lúdica, maior evento relevante em se tratando de jogos de tabuleiro que ocorre bimestralmente em Curitiba. Para participar basta levar com você sua vontade de se divertir, mas pode levar seus amigos e seus jogos se quiser, também. O evento é recomendado para todas as idades e gêneros.

O evento acontecerá, como nas últimas edições, nas salas D8 e D9 do bloco azul (CCET) da PUCPR das 12 horas às 21 horas do sábado dia 6 de Agosto.

O grupo Curitiba Lúdica gostaria de destacar alguns cuidados que as pessoas devem ter ao participar do evento:

-Jogos são sempre bem vindos, sinta-se a vontade para levar seus jogos. O evento é baseado em cooperação para a disposição do material;

-Lembrem-se que todos os jogos ali presentes pertencem a pessoas que zelam e cuidam de seus jogos e dos de outras pessoas, a maioria deles possuem custos elevados e não custa nada ter cuidado ao manusear as peças;

-Pedimos a gentileza de se houver interesse em jogar algum jogo, procurem os responsáveis pelo evento e pelo jogo para pedir permissão para jogá-lo.

Estamos esperando todos vocês, nos encontramos por lá para termos um grande dia de diversão.

Link para o evento no Facebook

Observação com relação ao estacionamento: A PUCPR terceirizou o estacionamento e agora existe cobrança do estacionamento do estabelecimento.

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Olá, pessoas!

Segue o relato.

Marcelo – Drácula
Lorde Godalming & Dr. Seward – Éder
Van Helsing & Mina Harker – eu

O Marcelo iniciou dizendo que não estava muito certo das regras. Temi pelo pior – poucos estragam seus jogos tão bem quanto o Marcelo. Só que também poucos tem tanto poder moral de fazer seus jogos serem jogados, então o Fury foi pra mesa de qualquer modo. Seguimos com consultas diversas ao manual, não tanto porque as regras são difíceis, porém mais por pequenezas, principalmente de timming – quando algo poderia ser feito, se poderia ser feito. Provavelmente erramos algumas regras (uma vimos na hora, que o Drácula ou o investigador podem iniciar combate na noite), todavia, no geral, o jogo andou OK.

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Olá, pessoas!

Aviso que as impressões abaixo, como dito, são as primeiras, com base em uma partida solo.

 

Bem, jogando com a Gates of Arkham o jogo sai do Museu e vai para a cidade em si, e aí sim o ES vira um Arkham Horror-mini (o que esperavam que ele fosse quando de seu anúncio em 2010-11). A dinâmica de resolver aventuras usando os dados mantém-se, porém vários aspectos sofreram modificações: Leia o resto deste post »

Chamada para a 30ª Curitiba Lúdica

Publicado: 30 de maio de 2016 por Alexandre Trentini em Diversos
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No Sábado dia 4 de Junho ocorrerá a 30ª Curitiba Lúdica, maior evento relevante em se tratando de jogos de tabuleiro que ocorre bimestralmente em Curitiba. Para participar basta levar com você sua vontade de se divertir, mas pode levar seus amigos e seus jogos se quiser, também. O evento é recomendado para todas as idades e gêneros.

O evento acontecerá, como nas últimas edições, nas salas D8 e D9 do bloco azul (CCET) da PUCPR das 12 horas às 21 horas do sábado dia 4 de Junho.

O grupo Curitiba Lúdica gostaria de destacar alguns cuidados que as pessoas devem ter ao participar do evento:

-Jogos são sempre bem vindos, sinta-se a vontade para levar seus jogos. O evento é baseado em cooperação para a disposição do material;

-Lembrem-se que todos os jogos ali presentes pertencem a pessoas que zelam e cuidam de seus jogos e dos de outras pessoas, a maioria deles possuem custos elevados e não custa nada ter cuidado ao manusear as peças;

-Pedimos a gentileza de se houver interesse em jogar algum jogo, procurem os responsáveis pelo evento e pelo jogo para pedir permissão para jogá-lo.

Estamos esperando todos vocês, nos encontramos por lá para termos um grande dia de diversão.

Observação com relação ao estacionamento: Até Julho, a PUCPR não está cobrando o estacionamento, mas existe mais dificuldade em estacionar nos portões 1, 2 e 3 do Campus para quem não é aluno da universidade. Todos os estacionamentos externos (os da Rua Iapó e ao lado do posto da Polícia) estão disponíveis para todos até as 18:00, o estacionamento 4 da PUCPR está disponível para todos até o término do evento.

EDIT: Exatamente essa semana passou a ser cobrado o estacionamento para visitantes, segue a tabela de preços

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Link para o evento no facebook

Link para a lista de jogos que serão levados, quem possuir conta na Ludopedia, pode incluir seus jogos na lista.

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Ele não sabia onde estava. Era um local vagamente familiar – certamente estivera ali antes, mas onde “ali” era, ele não conseguia dizer. Andando pelo corredor foi possível lembrar que estava na câmara de astronomia. Notou, também, que estava perdido. Os corredores eram todos iguais, somente as portas alteravam em certos detalhes – algumas tinham o símbolo do sol, outras tinham um triângulo e, poucas, tinham chaves em suas fechaduras. As portas estavam todas fechadas, mas não trancadas, e levavam a salas onde haviam astrolábios, cartas cosmológicas, lunetas e outros aparatos científicos. Não havia minúcias em tais registros e equipamentos, todos pareciam como que manchados por água, borrados – a visão parecia ser incapaz de se focar.

Ele estava diante da uma das portas que podia passar, pois descobrira que, uma vez que passasse por uma porta com símbolo de sol, todas as outras com o mesmo símbolo estavam bloqueadas para ele, e foi um longo caminho até encontrar uma que tivesse um sinal diverso. Sentiu uma sensação ruim antes de abrir a porta, contudo, atrás de si, o corredor parecia sumir, existindo somente ao redor dele e, ele supunha, o mesmo desapareceria uma vez que atravessasse a porta. Assim, abriu a porta.

O pesadelo o atacou sem aviso, puxando-o com violência para dentro com mãos que eram somente sombras. Havia formas diversas na massa de escuridão e todas elas pareciam querer feri-lo. Por instinto, ele usou a única coisa que carregava que poderia ser algum tipo de arma: uma chave azul. O resultado foi assustador – as criaturas uivaram e urraram e a sala tremeu enquanto as sombras rodopiavam, girando como um redemoinho que era sugado pela chave. Os pesadelos foram consumidos pela chave que, então, começou a derreter, com o metal virando líquido e escorrendo para o chão, onde deveria haver algumas rachaduras ínfimas, pois o metal azul escoou para logo restar nada.

Ele suspirou de alívio, ainda mais quando pode ver que, do outro lado da sala, parcialmente escondida por entulho, havia uma porta vermelha com o símbolo do sol. Foi até ela e a abriu. Diante de si o corredor alterou sua cor e estrutura: em frente agora reinava o verde, uma flora luxuriosa onde as samambaias, árvores e mato alto dominavam a vista. Uma trilha sinuosa seguia da soleira da porta, entrando naquele mundo verde recheado por milhares de ruídos. À distância, em meio à vegetação, ele via portas azuis, vermelhas, marrons e, mais importante, outras verdes. Mas qual caminho tomar até elas? Haveria outros pesadelos à espreita?

No mundo dos sonhos tão pouco é certo, exceto que é necessário sair dele.

ONIRIM – O JOGO

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Olá, pessoas!

Desta vez invertemos os lados: o Jorge foi com os invasores e eu com os defensores. A partida já saiu de cara diferente, pois o armamento disponível aos invasores tinha balestras, trabucos e paveses. Notei que sem aríetes, podia deixar o portão principal sem cuidados especiais, diferente do jogo anterior, em que, como os invasores, investi pesadamente em derrubar os portões.

Comecei espalhando armadilhas para apanhar os trolls e encurralando-os até certas seções da muralha, onde poderia me concentrar em me defender contra eles. Funcionou bem, pois deixei duas áreas amplas quase livres da presença de trolls, exceto pela vinda deles por uns túneis safados que o Jorge conseguia colocar – mas era no máximo 1 por túnel.

O Jorge tentou forçar passagem no canto mais extremo da esquerda, onde seu trabuco atacava os muros e sua balestra os defensores. Estava difícil resistir, sendo necessário enviar um veterano e soldados para manter o local. Coloquei um caldeirão contra trolls ali, pois era aonde eles conseguiam chegar, devido às armadilhas, e estava sendo possível resistir.

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Olá!

Aviso que as impressões abaixo, como dito, são as primeiras, com base em um partida em 5 pessoas.

 

Demorou algum tempo, mas, afinal, o Tammany Hall veio para a mesa. Deixei os outros mais do que incertos, ao me enrolar todo para fazer o set up do jogo, indo e vindo. Para deixar a situação pior, jogamos o primeiro ano errado, pois havia cubos de imigrantes a menos em Castle Garden (o correto é o número de jogadores +2 e eu deixei, no começo, só igual ao número de jogadores), mas felizmente corrigi isso a tempo de não afetar a partida. Passadas essas lombadas iniciais, o restante do jogo fluiu sem novos incidentes. Leia o resto deste post »